quarta-feira, 7 de maio de 2008

Mascara universal

Livre dança

A luz se doa as cores.
A cor se doa a sombra.
A sombra se doa a selva.
A selva é poesia.
Na eterna solitude a relva.
De cactos e hibiscos.
Vida vã, tardia.
Conduz esse corpo.
Que não é Cristo.
Carrego esse risco que me lança.
Do ser não ser.
Então existo.
E tanto faz, livre dança.
Núcleos e espaços.
Velas e incensos.
O inconciente, uma galaxia na palma da mão.
A paz, o pão e a alma.

3 comentários:

  1. anseio nesta cidade, pois
    tenho fome...

    anseio nesta cidade, pois
    tenho sede...
    sede de sabores,
    sede de amores,
    sede de lugares.

    Anseio nesta cidade, pois
    não sei o que acontece.

    Anseio nesta cidade, pois as sensações são intensas.
    Sensações estas que pssuem meu
    corpo.
    De tal forma que me anseia por ficar.

    Ficar em um lugar, onde parece que pertenço...

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  2. Um brinde a arte perfeitamente inexata dos encontros

    que prazer estar por aqui!

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